Cronologia
O roadmap
Os marcos do projeto: dos primórdios até os objetivos de descentralização anunciados. A fonte desta cronologia é o whitepaper do Bitcoin Hyper — versão utilizada: 4 de janeiro de 2026. As fases futuras são apresentadas como objetivos anunciados, não como resultados confirmados.
Nota metodológica: os marcos assinalados com ✓ são apresentados como alcançados na documentação do projeto; isso não equivale, porém, a uma confirmação independente. Os marcos assinalados com ○ correspondem a objetivos ou calendários anunciados. O calendário inicial de lançamento da mainnet já foi alterado. Em 10 de agosto de 2026, a pré-venda continua sendo apresentada como ativa no site oficial do projeto, e a devnet continua sendo objeto de atualizações públicas; as fases de testnet pública, de mainnet e de listagem permanecem, portanto, objetivos a verificar.
Os fundamentos
Lançamento do site oficial, criação da identidade de marca e do whitepaper v1, constituição da equipe principal do projeto e formação da comunidade no X, no Telegram e no Discord
Pré-venda e staking
O token $HYPER é oferecido em uma pré-venda pública em várias etapas. Em 10 de agosto de 2026, a pré-venda continua exibida como ativa no site oficial do projeto. Segundo o projeto, o staking está disponível. Foram publicadas auditorias de segurança do contrato do token; elas devem ser distinguidas das auditorias do protocolo Layer 2 e do bridge.
Devnet apresentada como funcional
Segundo a documentação e as atualizações publicadas pelo projeto, os programas SVM rodam nativamente na devnet, junto com um explorador e com testes que dizem respeito sobretudo aos tokens SPL e às configurações multisig.
As auditorias de segurança
As auditorias de segurança do contrato do token estão disponíveis publicamente. Elas não constituem auditorias completas do protocolo Layer 2 ou do Canonical Bridge. Em 10 de agosto de 2026, o monitoramento realizado para este site não identificou nenhum relatório completo, disponível publicamente, que cubra integralmente o bridge, o sequencer e o protocolo Layer 2.
Canonical Bridge em fase de teste
Segundo a documentação do projeto, o Canonical Bridge BTC↔Hyper está em teste na devnet, enquanto a função de forced exit (saída garantida) ainda está em desenvolvimento. O objetivo declarado é a evolução rumo a um bridge que exija cada vez menos confiança e se apoie cada vez menos em uma custódia centralizada dos fundos.
Testnet pública
A abertura anunciada da testnet para desenvolvedores e para a comunidade, como etapa anterior à mainnet. No calendário assumido, o objetivo foi fixado para antes do T3 de 2026; em 10 de agosto de 2026 não existe documentação pública verificável que confirme a sua realização.
O lançamento da mainnet
Segundo o roadmap utilizado, o projeto pretende lançar a rede Bitcoin Hyper Layer 2, ativar o canonical bridge de BTC, concluir o ambiente SVM e integrar os primeiros dApps e contratos inteligentes. O T3 de 2026 é o prazo-alvo anunciado: o lançamento efetivo terá de ser confirmado por evidências públicas verificáveis.
Listagens e expansão do ecossistema
Listagens anunciadas do $HYPER em plataformas DEX e CEX, disponibilização das ferramentas para desenvolvedores — SDK e API — e a integração gradual ao ecossistema de projetos das áreas de DeFi, gaming e NFT. Na documentação utilizada, o preço de listagem de 0,013681 USD é apresentado como valor declarado pelo projeto, não como preço de mercado confirmado.
DAO e descentralização
O lançamento anunciado da Bitcoin Hyper DAO, responsável pela governança da comunidade, com incentivos para os operadores de nós e para os desenvolvedores. Segundo o roadmap, a descentralização do sequencer está prevista para 2 a 4 anos após o lançamento da mainnet.
Dependências críticas: ao avaliar o grau de preparo da mainnet, vale acompanhar de perto: (1) as auditorias completas do protocolo e do bridge, (2) a estabilização do canonical bridge e dos mecanismos de forced exit, (3) a solução para a disponibilidade dos dados e (4) os parâmetros finais de tokenomics. São dependências essenciais, que precisam ser verificadas antes que a mainnet possa ser considerada operacional.